Arquivo mensal abril 2018

porAssessoria de Comunicação ANGAAD

Boa Prática – CONVIVER – GEAAGO 4

Estruturação do GAA: captação e capacitação de voluntários, captação de recursos, utilização de redes sociais para fortalecimento do trabalho, comunicação com os meios de imprensa em geral, gestão documental, prestação de contas, orçamento, finanças e contabilidade, parcerias e convênios, atendimento jurídico e psicológico.

GAA proponente: CONVIVER-GEAAGO Apoio à Adoção e a Convivência Familiar – Goiânia

Mês e ano que iniciou a realização da prática: outubro 2007

Resumo da prática (em até 3000 caracteres)

Título: Núcleo de Atenção Psicossocial à Adoção/ NAPA
Esse projeto nasceu de proposta de voluntariado feita por uma psicóloga com especialização e experiência de trabalho no atendimento a crianças, adolescentes e famílias, tanto no foco psicossocial quanto psicojurídico. O núcleo possui duas ações interligadas:

  1. 1. Uma equipe de psicólogos voluntários (dez vagas) que atendem famílias e crianças em seus consultórios. Todos assinam “Termo de Compromisso de Voluntariado”, renovado anualmente. (ver anexo)
  2. Supervisão Clínica Institucional e Estudo de Caso: reunião semanal obrigatória, com coordenação e supervisão de duas profissionais que complementam a visão clínico-institucional, isto é, uma psicóloga clínica e uma mãe adotiva fundadora do GAA, também responsável pelas articulações institucionais específicas do projeto (abrigos, Varas da Infância, Defensoria Pública, Ministério Público e famílias em qualquer fase do processo de adoção).

Público alvo:

  • Famílias em qualquer fase do processo de adoção visando orientar e fortalecer a construção de vínculos afetivos antes, durante e após a adoção.
  • Crianças e adolescentes que vivem em abrigos visando preparar para adoção ou dar suporte em caso de reabrigamento.
  • Famílias biológicas de crianças institucionalizadas visando avaliar possibilidades de reintegração familiar ou embasar sugestão de encaminhamento para Destituição de Poder Familiar.

Metodologia:

  1. Criação de sistema para recepção tanto de encaminhamentos institucionais, quanto das procuras espontâneas por acompanhamento psicossocial. Os encaminhamentos institucionais são feitos via ofício por parte das Varas da Infância, Defensoria Pública ou Ministério Publico. Nesses casos é totalmente gratuito e relatórios psicojurídicos são enviados sempre que solicitados.
    A procura espontânea de famílias em processo de adoção que sentem necessidade de apoio ou orientação psicossocial é feita através de preenchimento de ficha de cadastro (ver anexo), encaminhada às supervisoras que buscam na equipe o profissional disponível para iniciar o atendimento. Nesses casos, é cobrada uma taxa de valor acessível, sendo que 30% desse valor é repassado ao GAA.
  2. Parceria com abrigos, com finalidade de encaminhamento de crianças e adolescentes para acompanhamento psicossocial visando preparação para adoção ou suporte em casos de reabrigamento. Atendimento totalmente gratuito. O abrigo é responsável pelo transporte da criança/adolescente. Relatórios são enviados sempre que solicitados.
  3. Supervisão Clínica-Institucional: a supervisora clínica (psicóloga Angela Baiocchi) orienta e reflete junto com a equipe de psicólogos sobre a evolução dos atendimentos, e as possibilidades de desdobramentos a partir de compreensões psicológicas teóricas sobre a situação vivenciada. A supervisora institucional (Vera Lucia Cardoso) agrega informações sobre o funcionamento das instituições parceiras, a legislação relativa à adoção, o sistema de garantia de direitos da criança, o funcionamento do GAA, e é responsável por solicitar informações complementares às instituições parceiras quando necessário, além de encaminhar e arquivar cópias dos relatórios psicojurídicos elaborados pela equipe.

Resultados:

  • São realizadas em média 40 supervisões clínica-institucional, por ano.
  • Em 2017 foram atendidos 33 encaminhamentos institucionais e 21 demandas espontâneas, sendo:
    • 21 famílias em fases diversas do processo de adoção
    • 14 crianças/adolescentes em Acolhimento Institucional
    • 12 crianças/adolescentes sob guarda com pretensão de adoção
    • 03 crianças/adolescentes já adotados
    • 03 crianças/ filhos biológicos de famílias em processo de adoção
    • 01 família biológica

FICHA-CLÍNICA-SOCIAL-CONVIVER-2018-1

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Boa Prática – CONVIVER – GEAAGO 3

Estruturação do GAA: captação e capacitação de voluntários, captação de recursos, utilização de redes sociais para fortalecimento do trabalho, comunicação com os meios de imprensa em geral, gestão documental, prestação de contas, orçamento, finanças e contabilidade, parcerias e convênios, atendimento jurídico e psicológico.

GAA proponente: CONVIVER-GEAAGO Apoio à Adoção e a Convivência Familiar – Goiânia

Mês e ano que iniciou a realização da prática: janeiro 2014

Resumo da prática (em até 3000 caracteres)

Título: Orientação para Adoção tardia, aproximação e estágio de convivência

Material elaborado para servir de orientação inicial em processos de aproximação e inicio de estágio de convivência com crianças grandes, com finalidade de adoção. (ver anexo)
Metodologia:

  1. Com a Comarca em que há parceria formal, as crianças/ adolescentes são encaminhadas previamente para a preparação para adoção, e a família inscrita no CNA é chamada pela Vara da Infância e encaminhada para orientações antes de conhecer a(s) criança(s). Esse momento de orientação e entrega do material é feito em conjunto por uma psicóloga voluntária do GAA e a Coordenadora do Abrigo onde está a criança/adolescente, de forma a se unificar as linguagens e orientações dadas.
  2. Em 2018 iniciamos um programa de Busca Ativa, e as famílias que se interessam por crianças de outras cidades ou estados, são chamadas para essa orientação inicial com entrega deste material. Esse momento de orientação é feito pela voluntária do GAA e coordenadora da Busca Ativa, e sempre que possível com a participação de outro voluntário membro da diretoria do GAA.
  3. Após as orientações iniciais e entrega do material, todas as famílias são orientadas a fazer o acompanhamento psicossocial com psicólogo voluntário do GAA, sendo explicado o funcionamento desse acompanhamento e feita tentativa de sensibilização para importância desse trabalho.

Prática não compartilhada com outro GAA

passo-a-passo-adoção-tardia-e-aproximação

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Boa Prática – CONVIVER – GEAAGO 2

Tema: Preparação para adoção, apadrinhamento afetivo e acolhimento familiar (com pretendentes e com crianças e jovens).

GAA proponente: CONVIVER-GEAAGO Apoio à Adoção e a Convivência Familiar – Goiânia

Mês e ano que iniciou a realização da prática: junho 2015

Resumo da prática (em até 3000 caracteres)

Título: Curso Aberto de Preparação para Adoção

O projeto surgiu a partir da demanda de pretendentes residentes em Comarcas em que não há a preparação psicossocial e jurídica para adoção. É oferecido de um a dois cursos por ano, divulgados com apoio do Ministério Público. O curso é realizado em um sábado, em período integral (carga horária de 8 horas), de forma a facilitar a participação de pretendentes que residem em municípios distantes de Goiânia. O objetivo é colaborar para o cumprimento da Lei nº 12.010 (2009), oferecendo preparação psicossocial e jurídica para adoção, considerando o Provimento nº 36, do CNJ (24 de abril de 2014), que sugere parcerias não onerosas com entidades que apoiam a adoção.

O certificado de participação é entregue no final do curso, junto com folheto de orientação sobre o GAA e como manter contato via e-mail ou whatsapp.

Resultados
2015/ 1º e 2º Cursos Abertos/ 38 pretendentes oriundos de 10 Comarcas
2016/ 3º e 4º Cursos Abertos/ 31 pretendentes oriundos de 10 Comarcas
2017 / 5º Curso Aberto/ 20 pretendentes oriundos de 07 Comarcas

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Boa Prática – CONVIVER-GEAAGO

Tema: Estruturação do GAA: captação e capacitação de voluntários, captação de recursos, utilização de redes sociais para fortalecimento do trabalho, comunicação com os meios de imprensa em geral, gestão documental, prestação de contas, orçamento, finanças e contabilidade, parcerias e convênios, atendimento jurídico e psicológico.

GAA proponente
CONVIVER-GEAAGO -Apoio à Adoção e à Convivência Familiar – Goiânia

Mês e ano que iniciou a realização da prática
março 2016

Resumo da prática (em até 3000 caracteres)

Objetivos do acordo de cooperação(ver anexo):
1. Realizar avaliação e acompanhamento psicossocial de crianças, adolescentes e famílias, assistidas pela Defensoria Pública, especialmente no que tange às demandas relacionadas a adoção, destituição de poder familiar e colocação em família substituta.
2. Estabelecer rotinas e mecanismos que visem facilitar trocas de informações relativas aos procedimentos de adoção, em especial quanto aos interessados e às crianças e adolescentes inscritos no CNA.

O primeiro acordo de cooperação, assinado em 2016, com duração de um ano, previa o encaminhamento de 04 casos por ano para avaliação psicossocial pela equipe do GAA. Após encerramento do acordo, foi feita avaliação de resultados para subsidiar a renovação do acordo.
O novo acordo assinado em 2018 tem a duração de 24 meses, prorrogáveis. Prevê o encaminhamento por parte da Defensoria Pública de seis casos para avaliação psicossocial pela equipe do GAA, e também a assistência da Defensoria Pública para crianças, adolescentes e famílias encaminhadas pelo GAA.

Resultados:
2016: 04 casos atendidos sendo, dois relacionados a separação do casal e indícios de Síndrome de Alienação Parental interferindo na continuidade do processo de adoção. Avaliação e elaboração de PIA para mãe biológica com esquizofrenia crônica, e a filha em acolhimento institucional. Um estudo de caso a partir de mãe biológica, que após quatro anos de entrega da filha para adoção, solicita o direito de visitas e convivência com a filha.
2018: 02 casos encaminhados, sendo:
• Encaminhamento da Defensoria Pública para o GAA: um caso de avaliação de possibilidade de guarda de adolescente que fugiu do abrigo e procurou uma família conhecida pedindo para morar com essa família.
• Encaminhamento do GAA para a Defensoria Pública: um caso de adolescente que completou maioridade em acolhimento institucional e foi desabrigado sem suporte da rede de proteção. O GAA solicitou apoio da Defensoria na responsabilização do poder público municipal em disponibilizar aluguel social e vale transporte até que o jovem termine o curso profissionalizante que começou quando ainda estava abrigado, e consiga trabalho para se sustentar e pedir a guarda dos irmãos ainda abrigados.

Informar se foi compartilhada com outro GAA: Não

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Anexo:

CONVÊNIO-DE-COOPERAÇÃO

 

porAssessoria de Comunicação ANGAAD

Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

No Brasil, há milhares de crianças e adolescentes que vivem em abrigos privados do seu direito de viver em família. O Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”, busca contar a história de Willams que foi adotado aos 18 anos por uma família que reside em Belo Horizonte, depois de assistir o vídeo do Projeto Adote um Pequeno Torcedor, do Esporte Clube/ Recife-PE.

Willians conta como é perder a mãe aos três anos de idade, vida nas ruas de Recife, a solidão dos abrigos, ser rejeitado pela tia. E principalmente demonstra o que é ser persistente, ter fé e esperança. Na certeza de encontrar sua verdadeira família.

O termo adoção tardia é utilizado para crianças com mais de três anos. Ele é baseado no desenvolvimento infantil, pois a partir desta idade a criança já desenvolveu autonomia parcial e não é mais considerada um bebê. Segundo dados do Conselho Nacional de Adoção (CNA), em 2017 no Brasil 83,6% das crianças e adolescentes aptas a adoção têm mais de 3 anos.

  • Direção: Raquel Alvarez
  • Produção e som direto: Diogo Almeida
  • Roteiro e montagem: Raquel Alvarez
  • Apoio de produção: Ana Flávia Coelho Lopes
  • Vice-Presidente do GADA (Grupo de Apoio à Adoção, Convivência Familiar e Comunitária) Vanici Cristina de Oliveira Veronesi
  • Diretora-presidente do GAABH (Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte)
  • Trilhas: Big Screen/ Nevada City/ Golden Days /Podington_Bear
porAssessoria de Comunicação ANGAAD

A TV Senado exibe uma série de cinco reportagens sobre a adoção de crianças e adolescentes no Brasil

Realidade da adoção no Brasil pede paciência

 

“A TV Senado exibe a partir de hoje uma série de cinco reportagens sobre a adoção de crianças e adolescentes no Brasil. Entre a vontade de ser pai e o desejo de ser filho, existe um processo legal que está funcionando com novas regras desde o fim do ano passado.”