Categoria Ações

porAssessoria de Comunicação ANGAAD

ENCONTRO DE PREPARAÇÃO ON-LINE PARA PRETENDENTES À ADOÇÃO – 2ª EDIÇÃO

Em atenção ao deliberado pelo Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (CCOGE), durante os trabalhos do 75º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil, especificamente o item 10 da Carta decorrente do referido Encontro, que determina o “incentivo das adoções necessárias através de meios e práticas que visem à ampliação do perfil dos habilitados no Cadastro Nacional de Adoção (CNA)”, a Corregedoria-Geral da Justiça e o Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude (CONSIJ) realizarão, em parceria com a Escola da Magistratura do Paraná, a Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) e a Equipe Técnica do Núcleo Psicossocial de Apoio às Varas da Infância e da Juventude de Curitiba, a 2ª Edição do Encontro de Preparação On-line para Pretendentes à Adoção.

 

 

 

 

 

A ação conta, ainda, com o apoio do Conselho Nacional de Justiça, da Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude, da Associação dos Magistrados do Paraná (AMAPAR), da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção e do Grupo de Apoio à Adoção Consciente.

O objetivo principal é informar e orientar os pretendentes à adoção em relação aos procedimentos processuais e demais aspectos psicossociais que envolvem o processo adotivo, nos termos do art. 197-C, do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Nesta edição, o cadastro para recebimento do sinal de transmissão estará disponível para todo o país.

O link para cadastro das Comarcas que desejam receber o sinal de transmissão estará disponível, até 17.3.2018, no seguinte endereço:
http://www.emap.com.br/cursos/2018/adocao/.

Confira a programação completa e conteúdo programático:

 

 

 

 

 

 

 

Na segunda fase das inscrições, que ocorrerá entre os dias 19.3.2018 e 30.3.2018, os postulantes à adoção e demais interessados poderão se cadastrar, devendo informar o nome completo, e-mail e CPF, além de selecionar a Comarca em que acompanharão a transmissão. Vale registrar que os participantes deverão acompanhar a transmissão no Fórum da Comarca mais próxima de sua residência.

Mais Informações na página da Corregedoria-Geral da Justiça e no seguinte link: http://www.emap.com.br/cursos/2018/adocao/

Fonte: Corregedoria-Geral da Justiça e o Conselho de Supervisão dos Juízos da Infância e da Juventude

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MAIS DE OITENTA CRIANÇAS FORAM ADOTADAS NO DF EM 2017

Oitenta e oito crianças que viviam em abrigos do Distrito Federal, no ano passado, conheceram o amor de uma nova família por meio da adoção. Do total, 82 menores tornaram-se filhos de brasileiros e seis de estrangeiros.

Os números são recordes, segundo a Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do DF. Em 2016, foram 77 adoções, sendo 70 nacionais e sete internacionais. Dos 88 adotados em 2017, mais da metade tinha entre zero e três anos. Mas a boa nótícia é que 30 crianças foram recebidas pelas novas famílias junto com os irmãos.

Bebês acolhidos pelo Lar da Criança Padre Cícero, instituição que cuida mais de 20 crianças e adolescentes

A cor também não foi uma barreira para a adoção já que 56 crianças eram pardas, nove negras e apenas 17 brancas. Somente 35 adotados tinham entre quatro e 11 anos. Apenas dois adolescentes ganharam um novo lar.

O supervisor da seção de colocação em família substituta do TJDFT, Valter Gomes, esclarece que o trabalho do tribunal e da Ong Aconchego ajuda a mudar o perfil dos adotados.

 

 

Atualmente, 520 famílias estão habilitadas na Capital para adoção, enquanto existem 120 meninas e meninos no cadastro aguardando uma nova família.

Fonte: http://radios.ebc.com.br/reporter-nacional-brasilia/2018/01/df-bate-recorde-de-adocoes-em-2017

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NÚMERO DE RECÉM-NASCIDOS ENTREGUES A ADOÇÃO MAIS QUE DOBROU EM CASCAVEL

No ano passado nove mulheres decidiram, logo após o parto, entregar seus filhos para adoção. O número refere-se somente à comarca de Cascavel e é bem maior que o registrado em anos anteriores: em 2015 foram três casos e em 2016 quatro casos.

Este tipo de atitude é permitida pela legislação brasileira e o desejo da mãe ou dos pais pode ser manifestado antes ou logo depois do parto. O caso é acompanhado por equipe de saúde, psicologia e assistência social e o próprio juiz pode determinar o encaminhamento para atendimento especializado.

Após o nascimento há uma audiência com os pais e o caso é sigiloso. Caso haja desistência a família recebe acompanhamento por 180 dias.

Quando os pais de fato não querem o bebê, o Estado fica com a guarda provisória e providencia acolhimento para posterior adoção.

Adoção

Atualmente em Cascavel 66 crianças e adolescentes aguardam pela adoção e há 20 famílias habilitadas para adotar. No Paraná são 535 crianças e adolescentes aguardando por um lar definitivo e 3.654 pretendentes habilitados a adotar. Muitas vezes a adoção não se concretiza porque o perfil das crianças é diferente do buscado pelos que querem adotar.

Ação

Segundo o Tribunal de Justiça, em diversas comarcas do Estado existem programas que visam esclarecer às mães e gestantes sobre quais são os meios para quem deseja proceder com a entrega de bebê para adoção. O objetivo é também evitar que, em situação de desespero, o recém-nascido seja abandonado.

Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/273393/naumero-de-recaem-nascidos-entregues-a-adoaaao-mais-que-dobrou-em-cascavel

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APÓS VIVER 10 ANOS EM ABRIGO, ADOLESCENTE ALAGOANA É ADOTADA POR FAMÍLIA DO RIO DE JANEIRO

V. tem apenas 14 anos e passou mais de dez dentro de um abrigo de crianças e adolescentes em Maceió, vendo outras crianças entrarem e saírem do local com novas famílias. Ela, negra, nordestina e adolescente, não tinha o perfil desejado pelos interessados, e o sonho de ganhar novos pais foi ficando longe. Porém, virou realidade.

Neste sábado (20), a adolescente embarcou de Maceió (AL) para o Rio de Janeiro para morar com sua família adotiva.

Veja matéria completa: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2018/01/20/apos-viver-10-anos-em-abrigo-adolescente-alagoana-e-adotada-por-familia-do-rio.htm?cmpid=copiaecola

 

 

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CASAL HOMOAFETIVO E MULHER TRANS VENCEM O PRECONCEITO E A BARREIRA JURÍDICA PARA ADOTAR CRIANÇAS NO PA

Com o amparo da Justiça, se tornou cada vez mais comum a formação de famílias que contrapõem o modelo tradicional composto por pai e mãe interessadas em adotar crianças. Esse cenário foi impulsionado após a resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que garante a oficialização de uniões entre pessoas do mesmo sexo. No Pará, além do casamento, vem crescendo o número de pedidos de adoção por parte deste grupo. Somente em 2017, foram seis pedidos junto à 1ª Vara da Infância e Juventude, o dobro do ano anterior.

Segundo o magistrado João Augusto Figueiredo de Oliveira Jr, não há critérios para uma pessoa se habilitar a adotar uma criança ou adolescente. “Qualquer pessoa pode adotar, exceto as linhas ascendentes avô e avó e pessoas com diferença de idade inferior a 16 anos”, explica. “Não tem problema se é uma pessoa solteira ou se é um casal heteroafetivo ou homoafetivo. Qualquer tipo de família pode acolher uma criança”, esclarece.

Destinos Cruzados é uma série de reportagens do G1 que vai mostrar o cenário da adoção no Pará, as expectativas de futuros pais, a realidade das crianças dos abrigos e histórias de vidas que se uniram no processo adotivo.

Mulher trans, solteira e mãe

Mas nem tudo é assim tão simples. Bárbara Pastana, mulher trans, conta que estava há mais de dez anos aguardando pela oportunidade de adotar uma criança. Uma longa espera no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e uma série de argumentos institucionais a impediam de realizar este sonho, o que acabou mudando com o passar do tempo, resultado de algumas decisões da Justiça Brasileira. Uma delas foi o voto do relator do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, ao levar em consideração o desejo de uma criança que queria ser adotada por um casal homosexual.

“Comecei essa busca no começo dos anos 2000, quando me cadastrei para adotar. O juiz tirou logo minhas esperanças e disse que por eu ser solteira, não conseguiria adotar. Depois, o motivo era eu não ter renda fixa comprovada. Me tornei assessora parlamentar e mesmo assim não conseguia. Então percebi que o problema era o fato de eu não estar nos padrões do que se espera de uma mãe: sou mulher trans e solteira”, conta.

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1) Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Já em 2014, o destino trouxe até Bárbara um bebê recém-nascido. A mãe biológica não poderia ficar com ele e optou por entregá-lo à servidora, que logo procurou a Justiça para oficializar a adoção do pequeno Pietro, hoje com 4 anos. “Foi uma adoção espontânea. O advogado solicitou a guarda para mim e a mãe biológica concordou. O juiz estabeleceu que a mãe teria um ano para decidir se queria voltar atrás da decisão ou não”, explica.

Na época da adoção, Bárbara não tinha documentos com o nome social feminino, e precisou registrar seu filho como sendo seu pai adotivo – o que foi alterado tempos depois. “Só assim consegui meu filho tão desejado, senão ficaria um tempo indeterminado esperando para realizar o sonho de ser mãe do Gabriel”.

Para Bárbara, na última década, muitos avanços na equidade de direitos entre hétero e homossexuais ocorreram, mas o preconceito ainda dificulta a vida das pessoas LGBTs. “Enfrento preconceito na rua, no ônibus, mas no convívio escolar, familiar, eu sei como conduzir”, garante Bárbara, militante dos direitos humanos, que se dedica a combater o preconceito e garantir uma vida tranquila a seu filho. “Hoje na escola é super bacana. Desenvolvo um trabalho de palestra para conscientizar as pessoas sobre a diversidade. As professoras viraram parceiras”, alegra-se.

“Eu acredito que precisamos reconstruir esse modelo de sociedade que tem certos padrões como corretos sem considerar a diversidade”, defende Bárbara, que integra o Fórum de Pessoas Trans do Pará e, também, é coordenadora de políticas para pessoas trans do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT) do Pará.

Pelo direito à família

O casal João Carlos Fonseca Martins e George Antônio do Nascimento Souza, que mora no bairro do Marco, em Belém, ficou três anos na lista de espera, a contar desde o dia em que deram entrada no processo de adoção na Infância e Juventude do Poder Judiciário. Mas a espera valeu a pena, o pequeno Gabriel, que hoje tem um ano e quatro meses, chegou na vida deles e mudou tudo para melhor, garantem os pais.

“Fomos o primeiro casal homoafetivo a oficializar a união civil em Belém. O Supremo (Tribunal Federal) aprovou num dia e no dia seguinte nós estávamos na porta do cartório para casar. Nós também fomos o primeiro casal homoafetivo a adotar uma criança no abrigo Euclides Coelho. Temos um nova vida, muito melhor…”, conta João.

João Carlos é servidor público e George Antônio é professor de Educação Física. Eles vivem juntos há 20 anos e são casados desde 2013, quando saiu a súmula do STF reconhecendo casamentos civis de casais do mesmo sexo. Foram eles, inclusive, o primeiro casal homoafetivo que oficializou a união civil em Belém. O desejo da paternidade surgiu pouco tempo depois do matrimônio de forma espontânea e junto com o amadurecimento da relação, relembra João.

“O desejo inicial foi meu e, aos poucos, o George começou a abraçar a ideia. Nós procuramos, então, a Vara da Infância e da Juventude para nos informar sobre o procedimento que deveríamos adotar para dar esse passo”, explica. Ansiosos, os papais fizeram a habilitação para adentrar no processo e o tradicional curso preparatório proposto pelo Judiciário. Na antevéspera do Círio de Nazaré de 2016 eles receberam uma ligação. “A caminho do telefone eu senti que aquela ligação era uma notícia sobre o meu filho”, relata João.

“Quando eu olhei o Gabriel eu disse imediatamente: é meu filho”, conta João.

João e George finalmente conseguiram a guarda provisória do Gabriel. A criança, na época com dois meses de idade, saiu do abrigo com coqueluche, doença infectocontagiosa caracterizada por fortes ataques de tosses. Além deste susto, logo os pais de primeira viagem tiveram outro: entregar o neném dois dias depois por conta de uma orientação jurídica, que só foi resolvida após a intervenção de uma advogada.

“Não entendemos muito bem a confusão jurídica, mas, no mesmo dia, a nossa advogada foi ao Ministério Público do Pará (MPPA) intervir e então o juiz concedeu a liminar de liberação do Gabriel. Mas ter que devolver o Gabriel doente ao abrigo foi terrível. Foi um sentimento de perda, porque nosso amor por ele foi à primeira vista. Não tem diferença de ser um filho adotado ou biológico”, avalia.

Gabriel era filho de dois jovens que resolveram entregá-lo voluntariamente à Justiça. A família extensiva (pai e mãe dos jovens) foi chamada e também abriu mão da guarda da criança. O juiz realizou, então, a destituição do poder familiar. “Recordo que foi angustiante para nós na época, pois os pais biológicos foram chamados para se manifestar e ficamos com medo de que eles desistissem de entregar o Gabriel ou que algum tipo de imparcialidade interferisse para que a criança não ficasse conosco por sermos um casal homoafetivo”, diz João.

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará) Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Os direitos sociais

Gabriel foi registrado como dependente do casal em todos os benefícios sociais, entre eles, plano de saúde, da mesma forma que é realizada com um casal heteroafetivo. “Sou uma pessoa muito feliz por estar vivendo esse momento com o meu filho”, avalia Jorge. Ele diz que não consegue entender como o direito de adotar foi negado durante tantos anos aos homossexuais. “Também nunca passou pela minha cabeça ser pioneiro nisso, haja vista que a adoção por casais homoafetivos é, de certa forma, uma coisa nova no país”, avalia.

O casal já pensa em adotar mais um filho. “Uma criança é sempre um presente. Hoje, arrependimento eu só tenho de não ter adotado antes. O Gabriel chegou e compartilhamos de tudo da nossa vida com ele. Nossas viagens, nosso lazer… Inclusive eu trabalho perto de casa e faço questão de vir almoçar todos os dias com o meu filho, para compensar, de alguma forma, os momentos de ausência”, diz João.

O servidor público também planeja contar a verdade sobre a história de vida e a forma como o pequenino chegou até eles. “Ele vai saber que foi adotado por nós e também vai ser preparado para enfrentar os preconceitos que vai sofrer por ser filho de dois homens. Isso tudo dentro do tempo certo”, conclui o pai.

Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/destinos-cruzados-casal-homoafetivo-e-mulher-trans-vencem-o-preconceito-e-a-barreira-juridica-para-adotar-criancas-no-pa.ghtml

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JUSTIÇA CONDENA CASAL DE CURITIBA A PAGAR 50 MIL POR ADOÇÃO ILEGAL

A Justiça condenou um casal a pagar R$ 50 mil, por danos morais, por causa de uma adoção ilegal. O caso aconteceu em Curitiba, em 2015.

A decisão da 1ª Vara da Infância e da Juventude e Adoção de Curitiba é de dezembro do ano passado e foi divulgada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) na terça-feira (30).
O valor vai ser destinado ao Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, para ser utilizado em ações de conscientização da adoção legal, conforme o MP-PR.

Adoção à brasileira
De acordo com o MP-PR, o casal praticou uma “adoção à brasileira”. Com a falta de intenção da mãe biológica de exercer a guarda do filho, o casal custeou as despesas da gestação para, depois do nascimento do bebê, assumir os cuidados.
A entrega direta da criança à pessoa interessada em adotar, para que, depois de um tempo com ela ajuíze o pedido de adoção caracteriza adoção irregular.
A investigação, segundo o MP-PR, começou após chegar ao Conselho Tutelar uma suspeita de adoção ilegal. A demora no registro da criança e das primeiras vacinas foi o que levantou a suspeita, de acordo com o MP-PR.
Para o MP-PR, a conduta do casal afrontou o sistema legal, o Cadastro de Adoção, os princípios e as regras da legislação protetiva infantojuvenil.
A criança foi adotada legalmente, ainda em 2015, pelo casal.

Fonte:https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/justica-condena-casal-de-curitiba-a-pagar-r-50-mil-por-adocao-ilegal.ghtml

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PROJETO SOCIAL LEVA ESTUDANTES DO NAÇA PARA INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO DE MENORES.

A construção do bem comum por meio da educação, preconizada na Missão do Colégio Nacional, visa possibilitar a formação de jovens que buscam meios para alcançar a autonomia. É por isso que a parceria realizada com a Pontes de Amor é uma aliada para imergir os estudantes na realidade de crianças que frequentam instituições de acolhimento, formando vínculos e favorecendo a socialização.

Em 2017, 26 alunos do 2º ano do Ensino Médio foram selecionados como voluntários para o projeto “Missões de amor”. Bruna Magalhães, psicóloga da organização, afirmou que a escolha deste nível foi de extrema importância para a realização das atividades de maneira acertiva. “Nós pensamos no 2º ano por acharmos que o 1º ainda não estaria maduro para lidar com as questões que envolvem o projeto, enquanto que o 3º estaria focado no encerramento do ensino regular e na realização de processos seletivos, como o Enem e o vestibular”, disse Bruna.

Devido à sensibilidade das ações a serem realizadas, a equipe formada pela psicóloga, pela assistente social Oliviana Silva e pela psicopedagoga Fernanda Nascimento, convocou os pais dos alunos para conhecer mais sobre o projeto e assinar um termo de voluntariado. As atividades foram realizadas em dois sábados por mês nas instituições, onde os estudantes desenvolviam três oficinas: bate papo, contação de historia e criatividade, todas visando fornecer atendimento psicopedagógico e fortalecer o senso de convivência comunitária, uma vez que as crianças geralmente vão do abrigo para a escola e vice-versa.

Uma vez por mês, também havia uma reunião mensal de planejamento e acolhimento com os voluntários. “Durante o contato com as crianças, os estudantes são expostos às vivências deles, as reuniões servem para lidar com essas histórias. Acompanhamos tanto a promoção das atividades, quanto o aspecto psicológico desenvolvido da convivência com as diferentes realidades”, afirmou Bruna.

A reunião de devolutiva é realizada todo semestre, um modo de levantar se os objetivos estão sendo cumpridos. A psicóloga confirmou que o projeto superou todas as expectativas. “Estamos impressionados com o vínculo dos estudantes com as crianças. Eles brincam, conversam. É diferente quando um adulto chega para conversar com eles e quando um adolescente da mesma faixa etária o faz”, disse ela. Ainda segundo Bruna, esta quebra de confiança se dá devido à violação de direitos (no caso o direito a um lar, a ter pais) sofrida pelas crianças. Resultados mais visíveis surgiram em pouco tempo, crianças, antes tímidas, passaram a se socializar melhor e algumas agressivas passaram a entender o conceito de responsabilidade e compromisso com o projeto.

  • Depoimento de Beatriz P. B. Alvarenga – estudante do 2º ano do Ensino Médio.

Me sinto especialmente grata ao refletir sobre  a travessia que eu, com os outros alunos do Colégio Nacional envolvidos no projeto, fazemos pela Pontes de Amor. Em tempos em que o tempo em si parece constantemente progredir a pesadas, porém rasas, inutilidades, encontrei com as crianças e companheiros um espaço para profunda e eterna existência.

A perda em dor e suas consequências são desafios desesperadores e as crianças que conhecemos nas Instituições de Acolhimento são admiráveis, das mais amáveis inspirações. Minha felicidade está em poder doar-me a elas em nossos encontros. Um simples sorriso é  infinito. A oportunidade do Pontes de Amor é repleta de diversos infinitos.

Percebo explicitamente meu crescimento pessoal e sinto que, no mínimo, proporcionamos o mais que bem merecido acalanto ao coração dos pequenos. Reavalio minhas prioridades e valores quando estou em contato com símbolos de resistência. A linguagem, a segurança de si e a perspectiva é questionada quando temos tamanha responsabilidade. Sou grata porque assim nossa inteligência emocional desenvolve com a comunicação e nossos recursos interpessoais expandem. Sou grata pois é na simplicidade do escutar, da delicadeza, da paciência, da empatia e do amar que está a complexidade da resposta.

As dificuldades são reais e intensas para todos nós, porém, o fácil e o confortável não costumam ser os mais positivos e enriquecedores em perpetuar o bem. Quando presenteamos tempo a nós mesmos para sermos felizes, fazendo os outros felizes, conhecemos as maiores preciosidades. Essa tem sido a Pontes de Amor para mim.”

  • O que é a Pontes de Amor?

Criada em 2012, a Pontes de Amor é uma Organização Filantrópica sem fins lucrativos, filiada à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD), que atua em Uberlândia e no Triângulo Mineiro em sintonia com a Vara da Infância e da Juventude, Órgãos e Conselhos de Direito da Criança e do Adolescente. Surgiu diante da preocupação com a garantia dos direitos de crianças/adolescentes institucionalizados e dos altos índices de devolução de crianças por famílias adotivas no Brasil e de crises familiares no pós adoção por falta de apoio ou acompanhamento psicológico, psicopedagógico.

fonte:
https://www.nacionalnet.com.br/noticias/2018/01/30/projeto-social-leva-estudantes-do-naca-para-instituicoes-de-acolhimento-de-menores/

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MUTIRÃO EM JUAZEIRO DO NORTE, NO ESTADO DO CEARÁ, ENVOLVE CONCLUSÃO DO PRIMEIRO PROCESSO DE ADOÇÃO

O Núcleo Permanente de Juízes Criminais e Grupo de Descongestionamento do Interior atuou, de 15 a 26 deste mês, na Comarca de Juazeiro do Norte, distante 535 km de Fortaleza. Durante as duas semanas, foram proferidas 5.326 sentenças (2.036 criminais e 3.290 cíveis) e realizadas 756 audiências.

Um dos casos impulsionados durante a atuação em Juazeiro do Norte envolve a conclusão do primeiro processo de adoção, obedecendo às regras do Cadastro Nacional, daquela Comarca em 2018. Houve cumprimento de diligências, emissão de pareceres e julgamento da ação. A sentença de homologação é do juiz Mateus Pereira Junior, que determinou o imediato registro da criança.

A entrega da Certidão de Nascimento foi feita pelo desembargador Inacio Cortez ao casal habilitado. Para ele, a conclusão do processo, com a família recebendo a criança, representou momento de muita gratificação. “Estou muito satisfeito, feliz, em poder contribuir para regularizar judicialmente a situação dessa família.”

Também participaram a defensora pública Ramylle Maria de Almeida Holanda e o promotor de Justiça Dairton Costa de Oliveira. “Começar o ano de 2018, com o primeiro registro adotivo do CNA [Cadastro Nacional de Adoção], realizado por uma comarca do Interior, além de reforçar a expectativa de aumento do número de adoções, confirma como positivo e satisfatório o trabalho de outro Grupo Interinstitucional do Sistema de Justiça, este montado pela Cejai [Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional] e coordenado pela desembargadora Maria Vilauba Fausto Lopes, que desde o início de 2017 começou a viajar por todo o Estado, realizando cursos preparatórios de pretendentes à adoção e capacitação de servidores, exatamente com o fim de difundir e conferir credibilidade ao CNA nas comarcas do Interior”, destaca o promotor.

FONTE: (veja matéria completa)

http://www.tjce.jus.br/noticias/grupo-de-juizes-profere-mais-de-5-mil-sentencas-em-duas-semanas-na-comarca-de-juazeiro-do-norte/

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Campanha “Adotar é saber deixar alguém te amar”

A Campanha “Adotar é saber deixar alguém te amar” lançada em Pernambuco esta semana nos jornais, rádios e TVs inclui depoimentos de famílias reais que se constituíram pela Adoção.

A família de Daniela e Fabiano é uma das histórias que abrilhanta a campanha.

… Daniella, Fabiano e Pedro sabem bem como é a emoção do primeiro encontro com o amor! Vem conhecer um pouquinho da história dessa família que quer crescer ainda mais! #adote #adotepe #adotelegal #adotarédeixaralguémteamar #adoção #adoçãope

Personagens reais. A produtora aproveitou para colher depoimentos em confraternização de final de ano promovida pelo GEAD-RECIFE, com a participação de país adotivos, pretendentes à adoção, crianças e adolescentes que residem em casas de acolhimento. O êxito da campanha é diretamente proporcional à participação e envolvimento de todos os interessados.

De acordo com a secretária executiva da Comissão Estadual  Judiciária de Adoção (Ceja), juíza Hélia Viegas, “Além de estimular a adoção, a campanha também quer promover o apadrinhamento dessas crianças e adolescentes que, por permanecerem acolhidas em instituições face à ausência de interessados em as adotar e pela impossibilidade de retornarem à sua família de origem, ficam sujeitas a inúmeras privações, incluindo a ausência de vínculos afetivos pela falta de convivência em uma família”.

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Em Pernambuco, campanha estimula adoção de crianças mais velhas e adolescentes

Lançada esta manhã uma Campanha de Adoção,  Adote – adotar é saber deixar alguém te amar, em Pernambuco que deixou a nos, Grupos de Apoio à Adoção e famílias adotivas pernambucanas, super emocionados.

É um verdadeiro marco histórico em nosso estado! Nunca antes tivemos um engajamento tão integral dos poderes instituídos em uma Campanha pela Adoção! Legislativo, Executivo e Judiciário uniram esforços para a campanha acontecer!

 

 

 

A cerimônia culminou com todos vestindo a camisa da Adoção da Campanha!

Os representantes de todos os GAAs de PE e eu, representando a nossa presidente, Sara Vargas, foram chamados a sentar no meio do plenário em frente à mesa das autoridades. Uma vez mais, a Angaad e os GAAs de PE foram publicamente homenageados e reconhecidos pelo seu trabalho exaustivo pro adoção – disse Suzana Sofia Moeller Schettini, Diretora de Relações Públicas da Angaad.

                

O governador do estado, presidente da assembleia legislativa, o presidente do TJPE, presidente do TRE e coordenador da infância e juventude de PE, autoridade máxima do MP e Defensoria Pública presentes ao evento.

Fonte e texto: arquivo pessoal de Suzana Sofia Moeller Schettini