As dores da adoção: um bate-papo com Luiz Schettini Filho

Toda adoção envolve muitos sonhos, expectativas e alegrias. E, como qualquer grande transformação, também vem acompanhada de muitos desafios. Mãe biológica, família adotiva e claro, a criança, passam por questionamentos e situações que exigem perseverança, amor, compreensão e diálogo. E, em especial, precisam superar uma fase muito especial, que os especialistas chamam de “as dores da adoção”.

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É PERMITIDO DIVULGAR FOTOS E VÍDEOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE ACOLHIMENTO?

A Nota Técnica da Comissão Permanente da Infância e Juventude – COPEIJ, integrante do Grupo Nacional de Direitos Humanos – GNDH, vinculada ao Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça, trata da POSSIBILIDADE de divulgação de imagens e vídeos de crianças e adolescentes que se encontram em instituições de acolhimento em condição de adoção.

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DA PORTA PARA DENTRO: a realidade de quem viveu em abrigos

Mais de 47 mil crianças e adolescentes vivem em instituições de acolhimento no Brasil. Foram afastados da família de origem porque estavam em situação de risco. Mas nem sempre a vida nos abrigos garante a proteção e os direitos previstos nas leis, geralmente são privados do convívio e ficam reféns da estrutura deficitária do Estado. O retorno à vida com os pais biológicos é muito difícil e raro. A adoção é o destino dos pequenos, mas para os adolescentes a regra é ficar da “porta para dentro” até os 18 anos, quando deixam os abrigos. Um dos momentos mais dramáticos para eles e elas.

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