Categoria Região Nordeste

porEquipe Angaad

Projeto Acalanto Natal

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Rua Aeroporto do Galeão, 38, Neopolis, Natal/RN, CEP 59.080-500
(84) 32193523
e-mail: projetoacalantonatal@hotmail.com
Presidente Roberto Teixeira
(84)991880093

Vamos divulgar:
porEquipe Angaad

Acalanto Sergipe

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Projeto Acalanto Sergipe

O Projeto Acalanto Sergipe é uma associação sem fins econômicos, com sede na cidade de Aracaju-SE, cujo objetivo é trabalhar para que o direito à convivência familiar e comunitária seja garantido a todas as crianças e adolescentes. A fim de atender esse objetivo, pode promover atividades relacionadas à prevenção ao abandono, ao atendimento dos já abandonados, ao incentivo à cultura da adoção e ao acompanhamento de famílias adotivas e biológicas, provendo assim orientação e apoio sociofamiliar.

O Projeto é composto por pais ou filhos por adoção, profissionais ligados à área, ou quaisquer pessoas que se dispõem, voluntariamente, a trabalhar em prol de seus objetivos, tornando-se um associado.

Fone? (79) 9 9968-7355
Email: acalantosergipe@gmail.com
Site: www.acalantosergipe.org.br

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porAssessoria de Comunicação ANGAAD

A ADOÇÃO é tema de mesa no Fórum Social Mundial em Salvador/BA, nos período de 13 a 17 de março de 2018.

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A ADOÇÃO é tema de mesa no Fórum Social Mundial em Salvador/BA, nos período de 13 a 17 de março de 2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Fórum Social Mundial nasceu  em 2001 por organizações e movimentos sociais que, a partir de uma proposta inicial, se auto-convocaram e mobilizaram para um grande encontro em Porto Alegre, em contraposição ao neoliberalismo representado pelo Fórum Econômico Mundial, que ocorria ao mesmo tempo em Davos, na Suiça.

 

 

 

 

 

 

 

 

Este ano, durante a programação teremos a Adoção sendo abordada em uma de suas mesas de discussão, com o tema “ADOÇÃO, O PAPEL DO ESTADO, DA SOCIEDADE CIVIL E O DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES”. A mesa será coordenada pela NASCOR – Associação Bahiana de Estudos e Apoio à Adoção e a acontecerá nos 14 de março de 2018, às 9hs, na Sala de Vídeoconferência do PAF III da UFBA, Ondina, Salvador.

Lembramos que a entrada é gratuita! Mais informações sobre a programação e como se inscrever acesse o site do fórum em http://www.fsm2018.org  ou por meio da página da NASCOR- Associação Bahiana de Estudo e Apoio à Adoção https://www.facebook.com/adocaobahianascor/

#fsm2018 #NASCOR #SomosTodosAngaad #divulgueaadocao #juntossomosmelhores #ação #direito #infanciaejuventude
#adoção #angaad #amor #crianças #família #pelodireitoafamilia #familiacolhedora

FALE CONOSCO:
E-MAIL – angaad@angaad.org.br
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SITE – www.angaad.org.br

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Projeto Acalanto Sergipe

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CNPJ: 23.341.312/0001-64
Ano de fundação: 2015
Telefone: (79) 99968-7355 E-mail: contato@acalantosergipe.org.br
Site: www.acalantosergipe.org.br
Mídias sociais: facebook.com/@acalantosergipe / instagram.com/projetoacalantose

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porAssessoria de Comunicação ANGAAD

CASAL HOMOAFETIVO E MULHER TRANS VENCEM O PRECONCEITO E A BARREIRA JURÍDICA PARA ADOTAR CRIANÇAS NO PA

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Com o amparo da Justiça, se tornou cada vez mais comum a formação de famílias que contrapõem o modelo tradicional composto por pai e mãe interessadas em adotar crianças. Esse cenário foi impulsionado após a resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que garante a oficialização de uniões entre pessoas do mesmo sexo. No Pará, além do casamento, vem crescendo o número de pedidos de adoção por parte deste grupo. Somente em 2017, foram seis pedidos junto à 1ª Vara da Infância e Juventude, o dobro do ano anterior.

Segundo o magistrado João Augusto Figueiredo de Oliveira Jr, não há critérios para uma pessoa se habilitar a adotar uma criança ou adolescente. “Qualquer pessoa pode adotar, exceto as linhas ascendentes avô e avó e pessoas com diferença de idade inferior a 16 anos”, explica. “Não tem problema se é uma pessoa solteira ou se é um casal heteroafetivo ou homoafetivo. Qualquer tipo de família pode acolher uma criança”, esclarece.

Destinos Cruzados é uma série de reportagens do G1 que vai mostrar o cenário da adoção no Pará, as expectativas de futuros pais, a realidade das crianças dos abrigos e histórias de vidas que se uniram no processo adotivo.

Mulher trans, solteira e mãe

Mas nem tudo é assim tão simples. Bárbara Pastana, mulher trans, conta que estava há mais de dez anos aguardando pela oportunidade de adotar uma criança. Uma longa espera no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e uma série de argumentos institucionais a impediam de realizar este sonho, o que acabou mudando com o passar do tempo, resultado de algumas decisões da Justiça Brasileira. Uma delas foi o voto do relator do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, ao levar em consideração o desejo de uma criança que queria ser adotada por um casal homosexual.

“Comecei essa busca no começo dos anos 2000, quando me cadastrei para adotar. O juiz tirou logo minhas esperanças e disse que por eu ser solteira, não conseguiria adotar. Depois, o motivo era eu não ter renda fixa comprovada. Me tornei assessora parlamentar e mesmo assim não conseguia. Então percebi que o problema era o fato de eu não estar nos padrões do que se espera de uma mãe: sou mulher trans e solteira”, conta.

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1) Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Já em 2014, o destino trouxe até Bárbara um bebê recém-nascido. A mãe biológica não poderia ficar com ele e optou por entregá-lo à servidora, que logo procurou a Justiça para oficializar a adoção do pequeno Pietro, hoje com 4 anos. “Foi uma adoção espontânea. O advogado solicitou a guarda para mim e a mãe biológica concordou. O juiz estabeleceu que a mãe teria um ano para decidir se queria voltar atrás da decisão ou não”, explica.

Na época da adoção, Bárbara não tinha documentos com o nome social feminino, e precisou registrar seu filho como sendo seu pai adotivo – o que foi alterado tempos depois. “Só assim consegui meu filho tão desejado, senão ficaria um tempo indeterminado esperando para realizar o sonho de ser mãe do Gabriel”.

Para Bárbara, na última década, muitos avanços na equidade de direitos entre hétero e homossexuais ocorreram, mas o preconceito ainda dificulta a vida das pessoas LGBTs. “Enfrento preconceito na rua, no ônibus, mas no convívio escolar, familiar, eu sei como conduzir”, garante Bárbara, militante dos direitos humanos, que se dedica a combater o preconceito e garantir uma vida tranquila a seu filho. “Hoje na escola é super bacana. Desenvolvo um trabalho de palestra para conscientizar as pessoas sobre a diversidade. As professoras viraram parceiras”, alegra-se.

“Eu acredito que precisamos reconstruir esse modelo de sociedade que tem certos padrões como corretos sem considerar a diversidade”, defende Bárbara, que integra o Fórum de Pessoas Trans do Pará e, também, é coordenadora de políticas para pessoas trans do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT) do Pará.

Pelo direito à família

O casal João Carlos Fonseca Martins e George Antônio do Nascimento Souza, que mora no bairro do Marco, em Belém, ficou três anos na lista de espera, a contar desde o dia em que deram entrada no processo de adoção na Infância e Juventude do Poder Judiciário. Mas a espera valeu a pena, o pequeno Gabriel, que hoje tem um ano e quatro meses, chegou na vida deles e mudou tudo para melhor, garantem os pais.

“Fomos o primeiro casal homoafetivo a oficializar a união civil em Belém. O Supremo (Tribunal Federal) aprovou num dia e no dia seguinte nós estávamos na porta do cartório para casar. Nós também fomos o primeiro casal homoafetivo a adotar uma criança no abrigo Euclides Coelho. Temos um nova vida, muito melhor…”, conta João.

João Carlos é servidor público e George Antônio é professor de Educação Física. Eles vivem juntos há 20 anos e são casados desde 2013, quando saiu a súmula do STF reconhecendo casamentos civis de casais do mesmo sexo. Foram eles, inclusive, o primeiro casal homoafetivo que oficializou a união civil em Belém. O desejo da paternidade surgiu pouco tempo depois do matrimônio de forma espontânea e junto com o amadurecimento da relação, relembra João.

“O desejo inicial foi meu e, aos poucos, o George começou a abraçar a ideia. Nós procuramos, então, a Vara da Infância e da Juventude para nos informar sobre o procedimento que deveríamos adotar para dar esse passo”, explica. Ansiosos, os papais fizeram a habilitação para adentrar no processo e o tradicional curso preparatório proposto pelo Judiciário. Na antevéspera do Círio de Nazaré de 2016 eles receberam uma ligação. “A caminho do telefone eu senti que aquela ligação era uma notícia sobre o meu filho”, relata João.

“Quando eu olhei o Gabriel eu disse imediatamente: é meu filho”, conta João.

João e George finalmente conseguiram a guarda provisória do Gabriel. A criança, na época com dois meses de idade, saiu do abrigo com coqueluche, doença infectocontagiosa caracterizada por fortes ataques de tosses. Além deste susto, logo os pais de primeira viagem tiveram outro: entregar o neném dois dias depois por conta de uma orientação jurídica, que só foi resolvida após a intervenção de uma advogada.

“Não entendemos muito bem a confusão jurídica, mas, no mesmo dia, a nossa advogada foi ao Ministério Público do Pará (MPPA) intervir e então o juiz concedeu a liminar de liberação do Gabriel. Mas ter que devolver o Gabriel doente ao abrigo foi terrível. Foi um sentimento de perda, porque nosso amor por ele foi à primeira vista. Não tem diferença de ser um filho adotado ou biológico”, avalia.

Gabriel era filho de dois jovens que resolveram entregá-lo voluntariamente à Justiça. A família extensiva (pai e mãe dos jovens) foi chamada e também abriu mão da guarda da criança. O juiz realizou, então, a destituição do poder familiar. “Recordo que foi angustiante para nós na época, pois os pais biológicos foram chamados para se manifestar e ficamos com medo de que eles desistissem de entregar o Gabriel ou que algum tipo de imparcialidade interferisse para que a criança não ficasse conosco por sermos um casal homoafetivo”, diz João.

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará) Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Os direitos sociais

Gabriel foi registrado como dependente do casal em todos os benefícios sociais, entre eles, plano de saúde, da mesma forma que é realizada com um casal heteroafetivo. “Sou uma pessoa muito feliz por estar vivendo esse momento com o meu filho”, avalia Jorge. Ele diz que não consegue entender como o direito de adotar foi negado durante tantos anos aos homossexuais. “Também nunca passou pela minha cabeça ser pioneiro nisso, haja vista que a adoção por casais homoafetivos é, de certa forma, uma coisa nova no país”, avalia.

O casal já pensa em adotar mais um filho. “Uma criança é sempre um presente. Hoje, arrependimento eu só tenho de não ter adotado antes. O Gabriel chegou e compartilhamos de tudo da nossa vida com ele. Nossas viagens, nosso lazer… Inclusive eu trabalho perto de casa e faço questão de vir almoçar todos os dias com o meu filho, para compensar, de alguma forma, os momentos de ausência”, diz João.

O servidor público também planeja contar a verdade sobre a história de vida e a forma como o pequenino chegou até eles. “Ele vai saber que foi adotado por nós e também vai ser preparado para enfrentar os preconceitos que vai sofrer por ser filho de dois homens. Isso tudo dentro do tempo certo”, conclui o pai.

Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/destinos-cruzados-casal-homoafetivo-e-mulher-trans-vencem-o-preconceito-e-a-barreira-juridica-para-adotar-criancas-no-pa.ghtml

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MUTIRÃO EM JUAZEIRO DO NORTE, NO ESTADO DO CEARÁ, ENVOLVE CONCLUSÃO DO PRIMEIRO PROCESSO DE ADOÇÃO

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O Núcleo Permanente de Juízes Criminais e Grupo de Descongestionamento do Interior atuou, de 15 a 26 deste mês, na Comarca de Juazeiro do Norte, distante 535 km de Fortaleza. Durante as duas semanas, foram proferidas 5.326 sentenças (2.036 criminais e 3.290 cíveis) e realizadas 756 audiências.

Um dos casos impulsionados durante a atuação em Juazeiro do Norte envolve a conclusão do primeiro processo de adoção, obedecendo às regras do Cadastro Nacional, daquela Comarca em 2018. Houve cumprimento de diligências, emissão de pareceres e julgamento da ação. A sentença de homologação é do juiz Mateus Pereira Junior, que determinou o imediato registro da criança.

A entrega da Certidão de Nascimento foi feita pelo desembargador Inacio Cortez ao casal habilitado. Para ele, a conclusão do processo, com a família recebendo a criança, representou momento de muita gratificação. “Estou muito satisfeito, feliz, em poder contribuir para regularizar judicialmente a situação dessa família.”

Também participaram a defensora pública Ramylle Maria de Almeida Holanda e o promotor de Justiça Dairton Costa de Oliveira. “Começar o ano de 2018, com o primeiro registro adotivo do CNA [Cadastro Nacional de Adoção], realizado por uma comarca do Interior, além de reforçar a expectativa de aumento do número de adoções, confirma como positivo e satisfatório o trabalho de outro Grupo Interinstitucional do Sistema de Justiça, este montado pela Cejai [Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional] e coordenado pela desembargadora Maria Vilauba Fausto Lopes, que desde o início de 2017 começou a viajar por todo o Estado, realizando cursos preparatórios de pretendentes à adoção e capacitação de servidores, exatamente com o fim de difundir e conferir credibilidade ao CNA nas comarcas do Interior”, destaca o promotor.

FONTE: (veja matéria completa)

http://www.tjce.jus.br/noticias/grupo-de-juizes-profere-mais-de-5-mil-sentencas-em-duas-semanas-na-comarca-de-juazeiro-do-norte/

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ADOTAR É SABER DEIXAR ALGUÉM TE AMAR! – Carlos e Ivson

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O que é adoção para você? Para Carlos e Ivson é uma escolha única! Uma escolha de amar! Amar sem limites. Se emocione junto com a gente com essa linda declaração de amor!

A campanha “Adote – adotar é saber deixar alguém te amar” – promovida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Assembleia Legislativa (Alepe) e Governo do Estado visa incentivar o ato de adotar e esclarecer sobre o assunto.

#SomosTodosAngaad #adoção #angaad #amor #crianças #família #pelodireitoafamilia

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Em Pernambuco, campanha estimula adoção de crianças mais velhas e adolescentes

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Lançada esta manhã uma Campanha de Adoção,  Adote – adotar é saber deixar alguém te amar, em Pernambuco que deixou a nos, Grupos de Apoio à Adoção e famílias adotivas pernambucanas, super emocionados.

É um verdadeiro marco histórico em nosso estado! Nunca antes tivemos um engajamento tão integral dos poderes instituídos em uma Campanha pela Adoção! Legislativo, Executivo e Judiciário uniram esforços para a campanha acontecer!

 

 

 

A cerimônia culminou com todos vestindo a camisa da Adoção da Campanha!

Os representantes de todos os GAAs de PE e eu, representando a nossa presidente, Sara Vargas, foram chamados a sentar no meio do plenário em frente à mesa das autoridades. Uma vez mais, a Angaad e os GAAs de PE foram publicamente homenageados e reconhecidos pelo seu trabalho exaustivo pro adoção – disse Suzana Sofia Moeller Schettini, Diretora de Relações Públicas da Angaad.

                

O governador do estado, presidente da assembleia legislativa, o presidente do TJPE, presidente do TRE e coordenador da infância e juventude de PE, autoridade máxima do MP e Defensoria Pública presentes ao evento.

Fonte e texto: arquivo pessoal de Suzana Sofia Moeller Schettini

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porAssessoria de Comunicação ANGAAD

GAA – Rede Adotiva

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(85) 9 8976.7183 OI / Wapp.

(85) 9 9756.4580 TIM.

E-MAIL – redeadotiva@gmail.com

INBOX – www.facebook.com/RedeAdotiva

Contato: Priscilla Farias /Igor Azevedo

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porEquipe Angaad

GAA – Acalanto Fortaleza

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Nome Fantasia:
Acalanto Fortaleza

Contato:

E-mail:
ongacalantofortaleza@gmail.com

Cidade:
Fotaleza – CE

Site:
http://www.acalantofortaleza.com.br

Facebook:
http://www.facebook.com/acalantofortaleza

Ações Desempenhadas
Encontros mensais para pais e pretendentes, acompanhamento terapeutico, projeto de formação para adolescentes

Reuniões:
Último domingo de cada mês

Ano de Criação:
2013

Fundação Jurídica
2013

Filiado à ANGAAD:
Não

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