Categoria Histórias de Amor

porAssessoria de Comunicação ANGAAD

Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

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Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

No Brasil, há milhares de crianças e adolescentes que vivem em abrigos privados do seu direito de viver em família. O Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”, busca contar a história de Willams que foi adotado aos 18 anos por uma família que reside em Belo Horizonte, depois de assistir o vídeo do Projeto Adote um Pequeno Torcedor, do Esporte Clube/ Recife-PE.

Willians conta como é perder a mãe aos três anos de idade, vida nas ruas de Recife, a solidão dos abrigos, ser rejeitado pela tia. E principalmente demonstra o que é ser persistente, ter fé e esperança. Na certeza de encontrar sua verdadeira família.

O termo adoção tardia é utilizado para crianças com mais de três anos. Ele é baseado no desenvolvimento infantil, pois a partir desta idade a criança já desenvolveu autonomia parcial e não é mais considerada um bebê. Segundo dados do Conselho Nacional de Adoção (CNA), em 2017 no Brasil 83,6% das crianças e adolescentes aptas a adoção têm mais de 3 anos.

  • Direção: Raquel Alvarez
  • Produção e som direto: Diogo Almeida
  • Roteiro e montagem: Raquel Alvarez
  • Apoio de produção: Ana Flávia Coelho Lopes
  • Vice-Presidente do GADA (Grupo de Apoio à Adoção, Convivência Familiar e Comunitária) Vanici Cristina de Oliveira Veronesi
  • Diretora-presidente do GAABH (Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte)
  • Trilhas: Big Screen/ Nevada City/ Golden Days /Podington_Bear
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MAIS DE OITENTA CRIANÇAS FORAM ADOTADAS NO DF EM 2017

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Oitenta e oito crianças que viviam em abrigos do Distrito Federal, no ano passado, conheceram o amor de uma nova família por meio da adoção. Do total, 82 menores tornaram-se filhos de brasileiros e seis de estrangeiros.

Os números são recordes, segundo a Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do DF. Em 2016, foram 77 adoções, sendo 70 nacionais e sete internacionais. Dos 88 adotados em 2017, mais da metade tinha entre zero e três anos. Mas a boa nótícia é que 30 crianças foram recebidas pelas novas famílias junto com os irmãos.

Bebês acolhidos pelo Lar da Criança Padre Cícero, instituição que cuida mais de 20 crianças e adolescentes

A cor também não foi uma barreira para a adoção já que 56 crianças eram pardas, nove negras e apenas 17 brancas. Somente 35 adotados tinham entre quatro e 11 anos. Apenas dois adolescentes ganharam um novo lar.

O supervisor da seção de colocação em família substituta do TJDFT, Valter Gomes, esclarece que o trabalho do tribunal e da Ong Aconchego ajuda a mudar o perfil dos adotados.

 

 

Atualmente, 520 famílias estão habilitadas na Capital para adoção, enquanto existem 120 meninas e meninos no cadastro aguardando uma nova família.

Fonte: http://radios.ebc.com.br/reporter-nacional-brasilia/2018/01/df-bate-recorde-de-adocoes-em-2017

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NÚMERO DE RECÉM-NASCIDOS ENTREGUES A ADOÇÃO MAIS QUE DOBROU EM CASCAVEL

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No ano passado nove mulheres decidiram, logo após o parto, entregar seus filhos para adoção. O número refere-se somente à comarca de Cascavel e é bem maior que o registrado em anos anteriores: em 2015 foram três casos e em 2016 quatro casos.

Este tipo de atitude é permitida pela legislação brasileira e o desejo da mãe ou dos pais pode ser manifestado antes ou logo depois do parto. O caso é acompanhado por equipe de saúde, psicologia e assistência social e o próprio juiz pode determinar o encaminhamento para atendimento especializado.

Após o nascimento há uma audiência com os pais e o caso é sigiloso. Caso haja desistência a família recebe acompanhamento por 180 dias.

Quando os pais de fato não querem o bebê, o Estado fica com a guarda provisória e providencia acolhimento para posterior adoção.

Adoção

Atualmente em Cascavel 66 crianças e adolescentes aguardam pela adoção e há 20 famílias habilitadas para adotar. No Paraná são 535 crianças e adolescentes aguardando por um lar definitivo e 3.654 pretendentes habilitados a adotar. Muitas vezes a adoção não se concretiza porque o perfil das crianças é diferente do buscado pelos que querem adotar.

Ação

Segundo o Tribunal de Justiça, em diversas comarcas do Estado existem programas que visam esclarecer às mães e gestantes sobre quais são os meios para quem deseja proceder com a entrega de bebê para adoção. O objetivo é também evitar que, em situação de desespero, o recém-nascido seja abandonado.

Fonte: https://cgn.inf.br/noticia/273393/naumero-de-recaem-nascidos-entregues-a-adoaaao-mais-que-dobrou-em-cascavel

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CASAL HOMOAFETIVO E MULHER TRANS VENCEM O PRECONCEITO E A BARREIRA JURÍDICA PARA ADOTAR CRIANÇAS NO PA

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Com o amparo da Justiça, se tornou cada vez mais comum a formação de famílias que contrapõem o modelo tradicional composto por pai e mãe interessadas em adotar crianças. Esse cenário foi impulsionado após a resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que garante a oficialização de uniões entre pessoas do mesmo sexo. No Pará, além do casamento, vem crescendo o número de pedidos de adoção por parte deste grupo. Somente em 2017, foram seis pedidos junto à 1ª Vara da Infância e Juventude, o dobro do ano anterior.

Segundo o magistrado João Augusto Figueiredo de Oliveira Jr, não há critérios para uma pessoa se habilitar a adotar uma criança ou adolescente. “Qualquer pessoa pode adotar, exceto as linhas ascendentes avô e avó e pessoas com diferença de idade inferior a 16 anos”, explica. “Não tem problema se é uma pessoa solteira ou se é um casal heteroafetivo ou homoafetivo. Qualquer tipo de família pode acolher uma criança”, esclarece.

Destinos Cruzados é uma série de reportagens do G1 que vai mostrar o cenário da adoção no Pará, as expectativas de futuros pais, a realidade das crianças dos abrigos e histórias de vidas que se uniram no processo adotivo.

Mulher trans, solteira e mãe

Mas nem tudo é assim tão simples. Bárbara Pastana, mulher trans, conta que estava há mais de dez anos aguardando pela oportunidade de adotar uma criança. Uma longa espera no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e uma série de argumentos institucionais a impediam de realizar este sonho, o que acabou mudando com o passar do tempo, resultado de algumas decisões da Justiça Brasileira. Uma delas foi o voto do relator do STJ, ministro Luis Felipe Salomão, ao levar em consideração o desejo de uma criança que queria ser adotada por um casal homosexual.

“Comecei essa busca no começo dos anos 2000, quando me cadastrei para adotar. O juiz tirou logo minhas esperanças e disse que por eu ser solteira, não conseguiria adotar. Depois, o motivo era eu não ter renda fixa comprovada. Me tornei assessora parlamentar e mesmo assim não conseguia. Então percebi que o problema era o fato de eu não estar nos padrões do que se espera de uma mãe: sou mulher trans e solteira”, conta.

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1) Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Barbara teve de aguardar mais de dez anos para conseguir se tornar mãe (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal e G1)

Já em 2014, o destino trouxe até Bárbara um bebê recém-nascido. A mãe biológica não poderia ficar com ele e optou por entregá-lo à servidora, que logo procurou a Justiça para oficializar a adoção do pequeno Pietro, hoje com 4 anos. “Foi uma adoção espontânea. O advogado solicitou a guarda para mim e a mãe biológica concordou. O juiz estabeleceu que a mãe teria um ano para decidir se queria voltar atrás da decisão ou não”, explica.

Na época da adoção, Bárbara não tinha documentos com o nome social feminino, e precisou registrar seu filho como sendo seu pai adotivo – o que foi alterado tempos depois. “Só assim consegui meu filho tão desejado, senão ficaria um tempo indeterminado esperando para realizar o sonho de ser mãe do Gabriel”.

Para Bárbara, na última década, muitos avanços na equidade de direitos entre hétero e homossexuais ocorreram, mas o preconceito ainda dificulta a vida das pessoas LGBTs. “Enfrento preconceito na rua, no ônibus, mas no convívio escolar, familiar, eu sei como conduzir”, garante Bárbara, militante dos direitos humanos, que se dedica a combater o preconceito e garantir uma vida tranquila a seu filho. “Hoje na escola é super bacana. Desenvolvo um trabalho de palestra para conscientizar as pessoas sobre a diversidade. As professoras viraram parceiras”, alegra-se.

“Eu acredito que precisamos reconstruir esse modelo de sociedade que tem certos padrões como corretos sem considerar a diversidade”, defende Bárbara, que integra o Fórum de Pessoas Trans do Pará e, também, é coordenadora de políticas para pessoas trans do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT) do Pará.

Pelo direito à família

O casal João Carlos Fonseca Martins e George Antônio do Nascimento Souza, que mora no bairro do Marco, em Belém, ficou três anos na lista de espera, a contar desde o dia em que deram entrada no processo de adoção na Infância e Juventude do Poder Judiciário. Mas a espera valeu a pena, o pequeno Gabriel, que hoje tem um ano e quatro meses, chegou na vida deles e mudou tudo para melhor, garantem os pais.

“Fomos o primeiro casal homoafetivo a oficializar a união civil em Belém. O Supremo (Tribunal Federal) aprovou num dia e no dia seguinte nós estávamos na porta do cartório para casar. Nós também fomos o primeiro casal homoafetivo a adotar uma criança no abrigo Euclides Coelho. Temos um nova vida, muito melhor…”, conta João.

João Carlos é servidor público e George Antônio é professor de Educação Física. Eles vivem juntos há 20 anos e são casados desde 2013, quando saiu a súmula do STF reconhecendo casamentos civis de casais do mesmo sexo. Foram eles, inclusive, o primeiro casal homoafetivo que oficializou a união civil em Belém. O desejo da paternidade surgiu pouco tempo depois do matrimônio de forma espontânea e junto com o amadurecimento da relação, relembra João.

“O desejo inicial foi meu e, aos poucos, o George começou a abraçar a ideia. Nós procuramos, então, a Vara da Infância e da Juventude para nos informar sobre o procedimento que deveríamos adotar para dar esse passo”, explica. Ansiosos, os papais fizeram a habilitação para adentrar no processo e o tradicional curso preparatório proposto pelo Judiciário. Na antevéspera do Círio de Nazaré de 2016 eles receberam uma ligação. “A caminho do telefone eu senti que aquela ligação era uma notícia sobre o meu filho”, relata João.

“Quando eu olhei o Gabriel eu disse imediatamente: é meu filho”, conta João.

João e George finalmente conseguiram a guarda provisória do Gabriel. A criança, na época com dois meses de idade, saiu do abrigo com coqueluche, doença infectocontagiosa caracterizada por fortes ataques de tosses. Além deste susto, logo os pais de primeira viagem tiveram outro: entregar o neném dois dias depois por conta de uma orientação jurídica, que só foi resolvida após a intervenção de uma advogada.

“Não entendemos muito bem a confusão jurídica, mas, no mesmo dia, a nossa advogada foi ao Ministério Público do Pará (MPPA) intervir e então o juiz concedeu a liminar de liberação do Gabriel. Mas ter que devolver o Gabriel doente ao abrigo foi terrível. Foi um sentimento de perda, porque nosso amor por ele foi à primeira vista. Não tem diferença de ser um filho adotado ou biológico”, avalia.

Gabriel era filho de dois jovens que resolveram entregá-lo voluntariamente à Justiça. A família extensiva (pai e mãe dos jovens) foi chamada e também abriu mão da guarda da criança. O juiz realizou, então, a destituição do poder familiar. “Recordo que foi angustiante para nós na época, pois os pais biológicos foram chamados para se manifestar e ficamos com medo de que eles desistissem de entregar o Gabriel ou que algum tipo de imparcialidade interferisse para que a criança não ficasse conosco por sermos um casal homoafetivo”, diz João.

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará) Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Casal já pensa em adotar mais uma criança (Foto: Fotos e Arte: Arquivo Pessoal, Luiz Fernandes e G1 Pará)

Os direitos sociais

Gabriel foi registrado como dependente do casal em todos os benefícios sociais, entre eles, plano de saúde, da mesma forma que é realizada com um casal heteroafetivo. “Sou uma pessoa muito feliz por estar vivendo esse momento com o meu filho”, avalia Jorge. Ele diz que não consegue entender como o direito de adotar foi negado durante tantos anos aos homossexuais. “Também nunca passou pela minha cabeça ser pioneiro nisso, haja vista que a adoção por casais homoafetivos é, de certa forma, uma coisa nova no país”, avalia.

O casal já pensa em adotar mais um filho. “Uma criança é sempre um presente. Hoje, arrependimento eu só tenho de não ter adotado antes. O Gabriel chegou e compartilhamos de tudo da nossa vida com ele. Nossas viagens, nosso lazer… Inclusive eu trabalho perto de casa e faço questão de vir almoçar todos os dias com o meu filho, para compensar, de alguma forma, os momentos de ausência”, diz João.

O servidor público também planeja contar a verdade sobre a história de vida e a forma como o pequenino chegou até eles. “Ele vai saber que foi adotado por nós e também vai ser preparado para enfrentar os preconceitos que vai sofrer por ser filho de dois homens. Isso tudo dentro do tempo certo”, conclui o pai.

Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/destinos-cruzados-casal-homoafetivo-e-mulher-trans-vencem-o-preconceito-e-a-barreira-juridica-para-adotar-criancas-no-pa.ghtml

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Luciano Huck comanda mesa redonda sobre adoção

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O apresentador Luciano Huck comandou uma discussão sobre adoção no Caldeirão deste sábado, 16/12, com diversas pessoas que possuem o sonho de terem um filho. Durante a mesa-redonda, os convidados contaram suas trajetórias e expressaram os motivos que os levaram a considerar adotar uma criança. O juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, da 4ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, também participou da conversa e esclareceu questões frequentes sobre o processo adotivo.

Confira algumas destas histórias:

https://gshow.globo.com/programas/caldeirao-do-huck/noticia/luciano-huck-comanda-mesa-redonda-sobre-adocao.ghtml

Fonte: www.globo.com

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Isabel do vôlei sobre adoção: “Amor se constrói no dia a dia”

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A ex-jogadora de vôlei Isabel Salgado já tinha quatro filhos biológicos quando, aos 13 anos, Alison chegou à sua casa. “A nossa história é uma história de amor feita no dia a dia”, diz ela. “A cada dia que passa, ele gosta mais de mim, eu gosto mais dele e isso é exatamente o que rolou com meus filhos biológicos.”

Isabel diz que sempre acreditou na adoção porque costumava imaginar que, se um dia, hipoteticamente alguém dissesse a ela que um de seus filhos havia sido trocado na maternidade, isso não faria a menor diferença. “Eu diria: sinto muito, mas esses são os filhos que criei”, diz ela. “Criar é o grande lance da maternidade.”

A seguir, assista ao emocionante depoimento de Isabel, conheça seu filho Alison #FilhoÉFilho

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Irmãos separados em abrigo, Erick é adotado 4 meses depois por padrinhos de João

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Entre Erick e João, um ano e um mês de diferença. Irmãos separados em abrigos diferentes, um ano depois os meninos se reencontraram praticamente na mesma família. Os padrinhos de João, Wilson e Mayara, adotaram Erick quatro meses depois que o caçula virou filho de Giselle e Miro e juntos eles escrevem agora novos capítulos na vida dos dois.

João já tinha sido reportagem do Lado B, quando achou que nunca seria adotado, o menino descobriu os pais dentro da escola e Erick estava nos planos de Mayara e Wilson desde 2015.

“Na verdade essa história começa um pouquinho antes da gente saber que eles iam adotar”, introduz o editor de imagens Wilson Mariz de Santana, de 35 anos. À época, ele e a esposa começaram o curso para adoção do Tribunal de Justiça do Estado e lá conheceram os irmãos.

“Num certo dia, apresentaram o João e o Erick e já nos chamou muita atenção. Ficamos com os dois na cabeça”, lembra Wilson. Só que o casal não concluiu o curso e seguiu pensando na dupla que tinha deixado para trás.

Ano passado, num retiro da igreja, os casais que não eram tão próximos, descobriram pela adoção uma afinidade. “O Miro comentou que precisava partilhar conosco sobre o processo de adoção. Aí que ficamos sabendo que eles iam adotar uma criança”, conta Wilson. Ao perguntar o nome do filho, eles souberam na hora que se tratava do mesmo por quem tinham se apaixonado.

“E dali para frente a gente continuou uma aproximação com eles e começamos o nosso processo de adoção”, complementa o editor. Na mesma época, quando João veio para os pais, Wilson foi o fotógrafo do ensaio “você era a peça que faltava”. A proximidade só fez com que ali começasse a surgir uma nova família que seria coroada com a vinda de Erick.

Adotado desde agosto do ano passado, durante a catequese, João perguntou aos pais o que eram os padrinhos e se poderia chamar Wilson e Mayara. “Minha mãe pediu para mim escolher quem ia ser os meus padrinhos. Eu escolhi eles”, conta o menino João Vitor Cavalcanti de Quevedo, de 12 anos.

No mesmo dia, a família de João foi convidada para contar a sua história no curso de adoção que a Vara da Infância e Juventude realiza para pais interessados em adotar. Na plateia, estavam Wilson e Mayara e lá que o casal soube que Erick ainda estava esperando uma família e também recebeu o convite para serem padrinhos de João.

“A gente sempre teve a intenção de adotar, desde quando casamos e nós podemos ter filhos biológicos, mas sempre quisemos adotar”, explica a professora Mayara Pavão Ferreira Santana, de 26 anos. No ano que passou, eles decidiram que iriam se tornar pais e em setembro começaram a tentar engravidar e deram entrada no processo de adoção, o que viesse primeiro seria muito bem vindo.

“Foi quando descobrimos que o Erick ainda estava à espera. No vídeo, apareceu ele falando que queria ser juiz. Na hora viramos um para o outro… Agora ele vai ser nosso filho, estava só nos esperando”, recorda Wilson.

Dada a entrada na documentação, os futuros pais ainda não podiam manifestar o desejo em adotar Erick, por recomendação da Justiça, para que a criança não crie uma expectativa. E num piquenique organizado pela Vara da Infância, João encontrou o irmão e não conseguiu segurar a novidade.
“Aí o João falou: Erick eu acho que Deus vai mandar esses pais olha, para você”, repete a mãe de João, Giselle Cavalcanti Barros de Quevedo, de 41 anos.

A emoção toma conta dos quatro que hoje formam uma bela família. As lembranças fazem com que a cena se repita nos mínimos detalhes. “No coração a gente estava sem saber o que tinha acontecido com o Erick, nem a Giselle e o Miro sabiam onde ele estava. Quando fomos fazer o curso pela segunda vez é que tudo foi casando: a adoção do João, o Erick não ter uma família”, explica Wilson.

Foram dois meses até sair toda papelada, quando se trata de uma adoção tardia, com crianças mais velhas, o processo pode andar muito mais rápido. Desde setembro de 2013, a Justiça tinha determinado que Erick e João ficariam em abrigos. João foi adotado dia 10 de agosto de 2016 e Erick, 13 de dezembro.

“Quando o Erick surgiu no vídeo foi só para confirmar que ele estava nos esperando, que já era o nosso filho”, se emociona Wilson. O Natal já foi todo mundo junto. “A gente passou a ser uma família, trocamos anseios, experiências. A Mayara está sendo uma irmã mesmo”, afirma Giselle.

Entre os meninos, não tem dificuldade em explicar: os dois continuam irmãos e os pais de um, são a segunda família do outro, já que depois das adoções, Giselle e Miro serão os padrinhos de Erick.

“A gente está bem, nos falamos pelo Whats todo dia. Irmãos nunca se separam, a gente vai ser irmão para o resto da vida”, diz Erick Antony Ferreira de Santana, de 13 anos. O menino faz aniversário em abril e pelo “avançado” da idade, também não esperava que ainda fosse ganhar uma família.

“Eu não imaginava isso, eu achava que nunca seria adotado e nunca poderia ficar perto do meu irmão. Até comecei a pensar que não queria mai ser. Por que? Eu ficava com medo de ser devolvivo, já vi outras pessoas adotando e devolvendo crianças”, justifica.

Para João, a felicidade transborda do sorriso para os olhos. Ele é só alegria. “É tão emocionante assim ter padrinho e meu irmão perto de mim. Isso me traz uma alegria tão forte, no fundo do meu coração, que eu todo dia penso neles”, comemora.

Veja as fotos e a matéria original em: http://www.campograndenews.com.br/lado-b/comportamento-23-08-2011-08/irmaos-separados-em-abrigo-erick-e-adotado-4-meses-depois-por-padrinhos-de-joao

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Casal pernambucano adota três adolescentes e dá bom exemplo de adoção

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Por Margarida Azevedo

A professora pernambucana Cláudia Vieira, 48 anos, e seu marido, o funcionário público Julles Ramon Tavares, 46, multiplicaram o amor. Ganharam três filhas, todas já adolescentes. Em 2014 chegou Anne Maria, 15 anos. No ano seguinte, veio Polyana Maria, 16. Em 2016 surgiu Vanessa Maria, 14. As três jovens foram adotadas pelo casal, que já tinha duas filhas biológicas, Bárbara, 23, e Ana Gabriela, 18. Em tão pouco tempo, a família cresceu e prova que não há limite de idade para adoção. Cláudia e Julles retratam um novo perfil de casais que realizam o sonho da paternidade adotando crianças maiores de 7 anos, para alegria dos que esperam ansiosamente a chance de sair dos abrigos e crescer em um lar.

“Sempre desejamos uma família grande. Eu dizia que queria 10 filhos. Nasceu Bárbara, depois Ana Gabriela. Como a segunda filha teve problemas alérgicos adiamos a vontade de ter mais crianças para cuidar dela. Quando percebemos o tempo tinha passado e havíamos ficado apenas com as duas”, conta Cláudia. Ao participarem de uma festa de Natal em um abrigo, em 2013, reavivaram o desejo de quando eram ainda namorados.

“Conversamos com nossas filhas e decidimos que adotar mais duas meninas. Nos inscrevemos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e colocamos que queríamos garotas com até 8 anos. Mas ao participarmos de um curso de pretendentes a adoção percebemos quantas crianças maiores deixam de ser adotadas. A maioria das famílias quer um bebê, branco, de olhos claros. Mas os abrigos estão cheios de crianças reais, sem esse perfil. Mudamos e definimos apenas que seria menina com até 14 anos”, relembra.

A informação foi colocada de manhã no CNA. À tarde havia dezenas de telefonemas no celular de Cláudia, vindos de abrigos de vários lugares do Brasil. Um deles uma instituição de acolhimento de São Paulo, para contar a história de Anne. Mais velha de um grupo de seis irmãos, a adolescente estava há três anos no abrigo. Começava uma depressão porque os irmãos tinham sido adotados e ela não. “Nos chamou a atenção a vida de Anne, que sempre foi muito guerreira”, diz Cláudia.

Em uma semana, o casal que nunca havia ido a São Paulo estava com passagens compradas. Coração aos pulos, cumpriu os trâmites jurídicos até conhecer a futura filha. Depois da certeza de que Anne voltaria com eles para o Recife, presentearam-na com um par de brincos. “Há o costume de colocar brincos na filha que acaba de nascer. Ali Anne nasceu para nós. Por isso, os brincos em formato de coração”, relembra Cláudia. A adolescente foi recebida pelas novas irmãs com uma festa.

Embora tenha sido a segunda a ser adotada, Polyana, órfã havia dois anos, já tinha conhecido Cláudia e Julles antes de eles se inscreverem no CNA. Desde o primeiro dia que os viu no abrigo, a moça conta que sentiu o coração bater forte e sabia que ali estavam seus futuros pais. Por mais de um ano não se viram. Até que se reencontraram, a pedido dela. “Polyana nunca nos esqueceu. Demos entrada no pedido de adoção e ela se tornou nossa quarta filha”, explica Julles.

Quando encerravam o processo, assistiram a um vídeo do programa Adote um Pequeno Torcedor, do Sport Clube do Recife. Nele, várias crianças com mais de 7 anos pediam para ser adotadas. Uma delas era Vanessa, que havia sido irmã de Polyana em uma das casas de acolhimento. Como Anne, ela viu seus três irmãos mais novos serem adotados e ela não. “Mais uma vez decidimos que era hora da família crescer. Vanessa é a nossa quinta filha”, conta Cláudia.

FUTURO
E quem pensa que eles pretendem parar está enganado. O casal assegura que chegará aos 10 filhos. “Tudo o que crianças e adolescentes querem é amor. Quando abrimos nossos corações tudo fica mais fácil. O amor transforma, eles nos ensinam e aprendem conosco. É um enriquecimento dos dois lados”, reforça Cláudia, garantindo que agora vão partir para adoção de irmãos. “Quando eu era solteiro ouvi uma frase dizendo que a cada filho que chega Deus abre uma porta. Não temos medo. Deus vai abençoando e tudo dá certo”, complementa Julles.

Fonte: JCONLINE

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Se eu me esquecer…

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Se um dia eu me esquecer da alegria, eu olharei para as luzes que piscam, enfeitando as árvores, brilhando como pequenas estrelas nas entradas das casas, das lojas, das ruas e emprestando gentilmente sua dança colorida para iluminar a cidade.. e me lembrarei que é Natal…

 

Se um dia eu me esquecer da esperança, então verei o sorriso das crianças que se encantam em frente às vitrines, sonhando com um brinquedo e saltitando de felicidade ao ganhar seu presente tão esperado… e me lembrarei que é Natal.

 

 

Se um dia eu me esquecer da amizade, poderei olhar nos lares, nas praças, nas ruas, e verei as pessoas caminhando sem pressa ao lado de amigos, se preparando para as confraternizações, por terem finalizado o ano, cumprindo seu trabalho, suas lutas … e me lembrarei que é Natal.

Se eu me esquecer da compaixão, sei que verei em todas as pessoas o nascer e o renascer da solidariedade, esquecendo-se de suas necessidades para estender a mão apara aqueles que esperam um brinquedo, um amigo, para os que já perderam a esperança… e me lembrarei que é Natal.

Se um dia eu me esquecer do amor… sentirei que ele está em cada sorriso da criança, em cada amigo, em cada pessoa que deixar de lado a arrogância, o orgulho, o preconceito, que deixar de pensar em si mesmo para ver o outro feliz e voltarei os olhos e a lembrança para alguém que um dia, deixou tudo que era seu, num reino celestial e desceu para trazer alegria, esperança, amizade, compaixão e amor, sem esperar nada em troca…

… e saberei: já chegou… É Natal!

Feliz Natal.

 

Por Angela Pigosso – Diretora do AFAGAS e Ganhadora do concurso Mensagem Natalina de 2016 do TJMS.

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Do erro ao acerto

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Por: Iago F. Abreu

Eu já fui o seu maior erro

Um erro em pessoa

Nada foi planejado, mas tudo daqui para a frente estava perdido

Afinal, o que você faria comigo?

E num piscar de olhos tudo aconteceu

Seu erro nasceu

Um erro cheio de problemas

Um erro que precisava de cuidados

E talvez esse tenha sido um dos principais motivos

Para que tudo tenha se desandado

A partir dali eu já era um pequeno fruto de um erro

Um erro que ficou no passado

Um erro que de boca em boca foi informado

Acabando por chegar em uma grande pessoa

Que fez daquele erro a sua própria escolha

Nada foi planejado, mas tudo daqui para a frente estava a ser aguardado

Afinal, essa pessoa foi um gênio

Que fez que um erro alheio

Se transformasse em um filho por inteiro

E você, gostaria de compartilhar sua história conosco?
É bem simples! Basta enviar sua história para nosso WhatsApp (67) 99904-5152 (texto, vídeo ou áudio).
Contamos com sua ajuda 🙂

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