Categoria Filmes

porAssessoria de Comunicação ANGAAD

Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

Assista e se emocione com o Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”

No Brasil, há milhares de crianças e adolescentes que vivem em abrigos privados do seu direito de viver em família. O Curta Metragem “Teu Abraço, Esperança: Um Fragmento da Adoção Tardia no Brasil”, busca contar a história de Willams que foi adotado aos 18 anos por uma família que reside em Belo Horizonte, depois de assistir o vídeo do Projeto Adote um Pequeno Torcedor, do Esporte Clube/ Recife-PE.

Willians conta como é perder a mãe aos três anos de idade, vida nas ruas de Recife, a solidão dos abrigos, ser rejeitado pela tia. E principalmente demonstra o que é ser persistente, ter fé e esperança. Na certeza de encontrar sua verdadeira família.

O termo adoção tardia é utilizado para crianças com mais de três anos. Ele é baseado no desenvolvimento infantil, pois a partir desta idade a criança já desenvolveu autonomia parcial e não é mais considerada um bebê. Segundo dados do Conselho Nacional de Adoção (CNA), em 2017 no Brasil 83,6% das crianças e adolescentes aptas a adoção têm mais de 3 anos.

  • Direção: Raquel Alvarez
  • Produção e som direto: Diogo Almeida
  • Roteiro e montagem: Raquel Alvarez
  • Apoio de produção: Ana Flávia Coelho Lopes
  • Vice-Presidente do GADA (Grupo de Apoio à Adoção, Convivência Familiar e Comunitária) Vanici Cristina de Oliveira Veronesi
  • Diretora-presidente do GAABH (Grupo de Apoio à Adoção de Belo Horizonte)
  • Trilhas: Big Screen/ Nevada City/ Golden Days /Podington_Bear
porAssessoria de Comunicação ANGAAD

DA PORTA PARA DENTRO: a realidade de quem viveu em abrigos

Mais de 47 mil crianças e adolescentes vivem em instituições de acolhimento no Brasil. Foram afastados da família de origem porque estavam em situação de risco. Mas nem sempre a vida nos abrigos garante a proteção e os direitos previstos nas leis, geralmente são privados do convívio e ficam reféns da estrutura deficitária do Estado. O retorno à vida com os pais biológicos é muito difícil e raro. A adoção é o destino dos pequenos, mas para os adolescentes a regra é ficar da “porta para dentro” até os 18 anos, quando deixam os abrigos. Um dos momentos mais dramáticos para eles e elas.

Conheça um pouco mais sobre o assunto no mini documentário produzido pelos estudantes de jornalismo do UniCeub em Brasília.